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80. Tarteletes de Morango

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Categoria : Coisas Doces, Não-Jamies, Receitas

80. Tarteletes de Morango

Eu tenho procurado receitas legais em vários blogs de culinária (que estão todos na aba “Links”). Aliás, estou viciada em sites de cozinha, que proliferam posts no meu Google Reader! Essas tortinhas (ou tartelettes) eu tirei de um blog de mesmo nome, fofíssimo e com fotos lindas. É claro que, como alguns ingredientes do hemisfério norte são muito diferentes dos nossos, tenho sempre que dar uma adaptada.

80. Tarteletes de MorangoPara começar, eu não tinhas as forminhas de tarteletes, e sim essas pequenininhas de empadinhas. Foram elas mesmas.

Depois, as únicas “berries” que eu encontrei foram os morangos, que eu a-do-ro sozinhos, então nem foi tão triste.

Por fim, a receita da Tartelette levava um monte de tipo de farinha diferente (até farinha de tapioca levava). Pode ficar melhor, mas ia dar um trabalhão, além de ficar um monte de farinha estragando aqui em casa. Simplesmente, mudei a massa inteira. Troquei pela massa podre. Ponto positivo: é infinitamente mais simples de fazer. Ponto negativo: é uma massa bem mais melequenta, com isso, bem mais difícil de cortar essas tirinhas de cima (que acabam dependendo da sua habilidade em Massinha I).

80. Tarteletes de MorangoA receita da massa podre doce você pode ver aqui neste outro post (e anotar, porque ela é super curinga!)

Enquanto ela estiver na geladeira, você prepara os morangos, cortando em pedaços pequenos e misturando com açúcar. Deixe ele marinando no açúcar até a massa ficar durinha.

Forre as forminhas com massa, coloque os morangos e teste toda a sua paciência fazendo as tripinhas de cima. Coloque dentro de uma forma maior no fogo. Espero que as suas habilidades em Massinha I sejam melhores que as minhas, e a paciência, bem maior.

Fica super gostoso e você pode guardar nas próprias forminhas, dentro da geladeira, e desenformar só na hora de comer! Mas não riam da cara dela, eu não passei em Massinha I!

77. Pizzas e Focaccias

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Categoria : Da família, Não-Jamies, Receitas, Vegetarianas

76. Pizza 76. Focaccia

Um dia depois dos pães carecas, resolvemos fazer pizzas para o almoço. Comecei seguindo a receita do livro lindérrimo que temos em casa “Culinária Itália”, da Ed. Medagliani (enorme, lindo, cheio de fotos e história das comidas, mas com receitas super difíceis e ingredientes que não existem no Brasil, além de alguns errinhos de tradução). Mas essa receita deu terrívelmente errado, e quase comprometeu o almoço inteiro (a massa foi para o lixo e papai foi para o mercado comprar todos os ingredientes de novo!).

76. Pizza e FocacciaPartimos então para a receita do Pão Careca “levemente modificada”, e deu MUITO certo.

Os ingredientes são:

  • 20g de fermento de padaria (diminuímos a quantidade para a pizza não ficar muito fofona e sem gosto)
  • 1 col. (sopa) de açúcar
  • 1 copo de água morna
  • 500g de farinha de trigo
  • 1/2 col. (sopa) de sal
  • 1/2 copo de margarina (com uma colher de manteiga, para dar um gosto melhor) derretida

E para o recheio da focaccia: sal grosso e alecrim (pode ser picadinho ou com as folhas inteiras)

E da pizza: molho de tomate, queijo, orégano (e fizemos uma com presunto e outra com calabresa)

Primeiro misture o fermento, o açúcar, a água morna e 3 col. (sopa) de farinha de trigo) e deixe descansar por 30 minutos.

Misture essa pasta com o resto da farinha de trigo (aos poucos), o sal e a manteiga até formar uma massa sovada. Deixe descansar por mais 40 minutos. Espalhe em uma forma, é difícil mesmo de espalhar, porque, se você colocar massa demais, ela vai ficar grossa e massuda, por isso a gente, que gosta de pizza fininha, ficamos um tempão espalhando uma mão de massa na forma grande inteira.

Essa receita deu para três pizzas. De uma delas fizemos uma focaccia. Existem alguns tipos de focaccias, das fofinhas às crocantes. Eu prefiro as crocantes, por isso, a massa da focaccia deve ser a mais fina de todas.

Depois de colocar as massas nas formas, deixe alguns minutos no forno para tomar forma e tire para rechear. A focaccia deve ser recheada com sal grosso peneirado (para não quebrar dentes!), alecrim e azeite, além disso, e bom dar umas furadinhas com o garfo na massa. E, a pizza, do jeito que você quiser.

Agora é só voltar para o forno e esperar ficar pronta!

A segunda vez finalmente deu certo. E muito! Buon Appetito!

76. Pão Careca

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Categoria : Da família, Massas, Não-Jamies, Receitas

76. Pão Careca

Desenterramos mais uma receita de família para acompanhar um hambúrguer caseiro e uma saladinha com molho no estilo “honey mustard”. O hambúrguer não fui eu quem fiz, por isso não peguei a receita (fica para a próxima), então vamos para o pão careca, que é super simples de fazer e demora menos do que outras receitas de massa que vimos por aqui.

76. Pão CarecaPrimeiro, na foto ao lado, você aprende a não subestimar o crescimento do fermento, e a pensar duas vezes no tamanho da tigela que você vai usar! Para essa receita você vai precisar de:

  • 40g de fermento de padaria (eles costumam vir em sachês de 10g)
  • 500g de farinha de trigo
  • 1 col (sopa) de açúcar
  • 1 copo de água morna (morna! se não vai matar os pobres bichinhos!)
  • 1/2 col (sopa) de sal
  • 1/2 copo de margarina derretida

Primeiro você deve fazer o fermento crescer (como na foto desesperadora ao lado) misturando o fermento, o açúcar, 3 col (sopa) de farinha de trigo e o copo de água morna. Deixe descansando por 30 minutos.

76. Pão Careca

Depois é hora de adicionar o resto da farinha de trigo aos poucos, o sal e a margarina. Misture até virar uma massa e comece a sovar (ou seja: divirta-se batendo na massa até ela virar uma bolinha.

Coloque ela em outra forma (novamente lembrando que esse fermento é do mal e triplica de tamanho) e deixe a forma por 40 minutos descansando em algum lugar quentinho. Nós colocamos dentro do forno (desligado!!), mas vale cobrir até com cobertor nesses dias frios.

A massa vai ficar igual à última foto, mas por pouco tempo: assim que você encostar nela, ela volta ao lugar.

Divida nos pedaços que você quiser (lembrando que no forno ele ainda cresce mais!). Para facilitar mexer na massa sem ela grudar nos dedos, é bom passar óleo nas mãos antes (óleo de cozinha, pelamordedeus!). Coloque em uma forma untada separadinhos e coloque no forno até dourar!

Além dos hambúrgueres, nós fizems alguns recheados de queijo prato e brie e jogamos orégano por cima. A variedade de recheios é infinita!

Bom apetite!

74/75. Hoje é dia de goiaba!

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Categoria : Coisas Doces, Da família, Não-Jamies, Receitas

75. Compota de goiabaQueridos amantes da goiaba, hoje o post é para vocês! Confesso que não sou muito fã da fruta, mas adoro geléias de qualquer tipo, então entrei na brincadeira também. Para usar as goiabas inteiras, esse post tem duas receitas: compota de goiaba e geleia de goiaba. Vamos por partes:

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74. Compota de Goiaba:

75. Compota de goiabaPara fazer uma compota, usamos somente a casca e a polpa da goiaba cortadas em quatro partes, sem nenhuma semente, e guardando toda a parte de dentro para a geléia. Em uma panela com água colocamos 4 col. (sopa) de açúcar, cravo e canela.

75. Compota de goiaba

Depois quando formou uma calda, adicionamos as goiabas, que ficaram cozinhando até a água secar. Cuidado para não esquecer nenhuma semente na goiaba e quebrar o dente dos coleguinhas!

Super simples! E, para quem gosta de goiaba, super gostoso – eu, que nunca tinha comido compota, achei “interessante”.

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75. Geleia de Goiaba:

74. Geléia de goiabaA primeira parte da geleia de goiaba é colocar para cozinhar toda a parte de dentro da goiaba, incluindo os caroços, bagaços e tudo mais. Isso é para amolecer a fruta e soltar a polpa antes das próximas etapas. Também colocamos nessa panela cravo e canela.

74. Geléia de goiabaDepois disso tudo que está na panela passa por uma peneira e vai para dentro de outra tigela. É uma parte bem chatinha e que exige um pouquinho de força, para desgrudar tudo o que não é caroço dos caroços –  e, novamente, não quebrar os dentes dos coleguinhas! Depois dessa parte sobre somente um suco de goiaba, que deve voltar para a panela.

74. Geléia de goiabaJunto com ele, você coloca uma xícara de açúcar (para aproximadamente meia dúzia de goiabas) e mexe bem. Essa é a parte mais demorada. Pela foto ao lado dá para perceber o quanto “minguou” a geleia conforme a água foi secando. A consistência é você quem decide, sem esquecer que, quando esfriar, ainda vai ficar um pouco mais durinha.

Melhor que geléia de supermercado, com certeza! E você ainda pode fazer com vááááááárias frutas diferentes!

67. Cascas de tangerina cristalizadas

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Categoria : Coisas Doces, Não-Jamies, Receitas

67. Cascas de tangerina cristalizadas


Esta vai ser a primeira (e, espero, a última) receita registrada com câmera de celular. Apesar de ter cara de gente grande, o meu celular definitivamente não serve para tirar fotos, mas era a única câmera disponível no meu quarto do pensionato, isso porque todas as outras 66 receitas até agora tinham sido feitas em Macaé.

Outro dia, depois do almoço, me bateu aquela vontade de tomar café. Como eu amo esses ‘caffé’s fofinhos, arrumadinhos (e, geralmente, carinhos) passei no Grão Café, no Centro do Rio. Lá, eles servem a sua xícara com uma laranjinha cristalizada. Uma delícia e, definitivamente, muito pouco, já que é só um fiapo de laranja. Desde então eu comecei a caçar receitas de laranjas cristalizadas para fazer em casa, com o meu próprio café!

67. Cascas de tangerina cristalizadasQual foi a minha surpresa ao descobrir que demorava uns quatro dias para esses fiapinhos ficarem prontos!? Sim! Porque as cascas têm que ficar de molho de dois a três dias na água, que deve ser trocada várias vezes, para tirar a acidez. Bom, eu só tinha duas tangerinas em casa. Comi as duas (uma a cada dia) e coloquei logo de molho. Em uma das receitas, a que eu escolhi para fazer, dizia para colocar as cascas de molho já cortadas, mas como ia ser uma droga de escorrer e correr atrás dos fiapos fujões, eu deixei os dois primeiros dias como na foto: inteiras.

Um dia antes de cristalizar, eu cortei e troquei a água mais vezes, e ficou igual a essa foto aqui.

Depois de escorrer as cascas, coloque dentro de uma panela com a mesma quantidade de açúcar. Como a minha balança estava em Macaé, foi no olhômetro mesmo, e acho que eu coloquei açúcar demais, o que acabou não sendo um problema mesmo assim.

67. Cascas de tangerina cristalizadasColoque no fogo mais baixo possível. A laranja vai soltar água suficiente para cozinhar e o açúcar vai derreter. No começo, você não vai precisar mexer muito. Com o tempo, o açúcar fica mais grosso e você precisa mexer o tempo inteiro para ele não grudar no fundo e não queimar.

A hora de parar é que eu ainda não peguei direito. É para esperar as laranjas absorverem todo o açúcar, mas acho que deixei tempo demais, porque alguma grudaram e viraram um laranjão. Nessa hora você desliga o forno e despeja as cascas em cima de mais açúcar em um prato e abre elas (o que significa espalhá-las no açúcar).

Por experiência própria eu recomendo: não façam isso com as mãos. E, depois de queimar as mãos, não coloque a laranja desesperadamente dentro da boca, criando uma reação em cadeia. (dã)

Depois disso, é só colocar em um potinho e arranjar um jeito de lavar essa panela depois… Enquanto eu escrevo a minha ainda está de molho…
Cascas de laranja

Segunda tentativa!

Algumas semanas mais tarde eu tentei novamente e, como o post ainda não estava no ar, coloco aqui embaixo como um adendo (além das fotos de câmera de verdade)!

Cascas de laranjaDessa vez eu fiz com cascas de laranja e o resultado foi tão bom quanto! Cortamos seis laranjas e deixamos as pobres sem roupa dentro da geladeira, só para dar tempo de fazer tudo de uma vez. Como não tivemos quatro dias para deixar as cascas de molho, lavei loucamente váááárias vezes durante dois dias.

Também descobri que com duas pessoas o trabalho de abrir as laranjas fica bem mais fácil: enquanto uma tira do fogo aos poucos e joga na forma com bastante açúcar, a outra abre as laranjas. Assim você não precisa despejar todas as laranjas junto com a calda de uma vez, evitando os “laranjões”.

Dessa vez elas ficaram lindinhas e ainda encontrei um pote decente para guardar as minhas laranjinhas! As panelas, depois de ficarem de molho na água ficam limpinhas, o açúcar desgruda e é super fácil de limpar. Cozinhar em casa é bem melhor!

66. Brocolhoada

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Categoria : Bacalhau, Da família, Não-Jamies, Peixes, Receitas

66. Brocolhoada

Depois que você inventa um prato tem que dar um nome, certo? Com esse aí não saiu nenhum nome mais criativo, por isso, a mistura do brócolis com o bacalhau foi Brocolhoada mesmo. Enjoy!

66. Brocolhoada

Esse prato serviu duas pessoas. Primeiro, para temperar a nossa lindíssima posta de bacalhau, colocamos para cozinhar em uma panela com água, azeite e folhas de louro. Não me lembro por quanto tempo, mas quando eu lembrar eu juro que coloco (#fail).

Depois foi a hora de (mamãe) queimar os dedinhos tirando todas as espinhas do bacalhau e ensinando a anatomia do bichinho para saber onde tinha mais espinha (veja a foto dele aqui!)

66. BrocolhoadaEnquanto isso, três batatas já  e o brócolis também estavam assando em outra panela. Arrumamos isso tudo em uma assadeira e enchemos de azeite (porque comida portuguesa tem que nadar em azeite, beim!). Tudo feito sem sal, já que o bacalhau já tinha de sobra.

Pré-aqueça o forno nessa hora! Então foi a vez de bater dois ovos (haja braço nessa hora) para jogar por cima e colocar no forno. Espalhe o ovo uniformemente e misture tudo na assadeira!

66. BrocolhoadaPor cima disso tudo, queijo parmesão ralado e fios de azeite! Direto para a prateleira de cima do forno para gratinar.

Ele vai ficar igual a foto ao lado! Parabén, você acaba de fazer uma “Brocolhoada”, divirta-se com a comida e com o nome bobo que a Carol inventou para ela!

65. Torta florentina de arroz doce

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Categoria : Coisas Doces, Jamie, Receitas

65. Torta de arroz doce

Eu tenho que confessar que essa torta dá um trabalhão, mas fica uma delícia! Eu tirei essa do livro Jamie da Itália, o segundo Jamie da minha coleção e aproveitei que já tinha comprado o arroz arbóreo para o risoto que eu fiz no outro dia.

65. Torta de arroz doceA base da torta é feita de massa podre doce, que eu já postei aqui outro dia como se faz. Para essa torta, você pode substituir as raspas de limão por raspas de laranja. Cubra uma forma de fundo removível (como a da foto) untada com a massa podre no fundo e nas bordas. Preaqueça o forno e asse a massa da torta até que ela fique dourada.

Para o recheio você vai precisar de:

  • 50g de manteiga
  • baunilha
  • 320g de arroz arbóreo (para risoto)
  • 3 col. (sopa) açúcar
  • raspas das cascas de 3 laranjas
  • 1 taça de vinho branco
  • 1 litro de leite
  • 2 ovos

65. Torta de arroz doceEm uma panela grande, derreta a manteiga e adicione um pouco de baunilha, fiz isso no olho mesmo, já que a nossa baunilha é líquida, e não em favas. O cheiro nessa hora é maravilhoso. Depois de derretido coloque o arroz, o açúcar e as raspas de laranja. Aumente o fogo e adicione o vinho. Na verdade isso vai virar um risoto doce.

65. Torta de arroz doceQuando o vinho evaporar, coloque o leite aos poucos, até o arroz absorver tudo. Ele não precisa ficar muito mole, já que ainda vai pro forno. Depois de esfriar, misture com os dois ovos batidos. Despeje a mistura dentro da torta.

No meu caso sobrou recheio, por isso, eu separei o que pareceu que ia sobrar antes de misturar o ovo. Comemos como arroz doce.

Antes de colocar no forno, polvilhe a torta com açúcar. Depois asse a torta por 20 minutos.

Tcharam! Ok, ela demorou um tempão para ser feita, deu um trabalho do cão, mas ficou ó-ti-ma. E você pode alterar depois a quantidade de açúcar se achar que é muito ou pouco.

64. Risotto de ervilhas e gorgonzola

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Categoria : Jamie, Massas, Receitas, Vegetarianas

64. Risoto com ervilhas e gorgonzola

Babem, babem, babem! Esse foi o meu primeiro risotto e ficou ma-ra-vi-lho-so. Foi feito para o almoço do dia das mães e servimos com mais alguma coisa que não me lembro mais… uma carne, eu acho.

Acabei descobrindo que, apesar de demorar bastante, o risotto é facílimo de fazer, além de ser um curingão, já que você pode misturar com um monte de coisa. Essa receita partiu do risotto bianco do livro do Jamie na Itália, a receita básica, que nós complementamos com a ervilha e a gorgonzola. Eis os ingredientes:

64. Risoto com ervilha e gorgonzola

  • 1 ou 2 cubos de caldo de galinha (usamos 1 e 1/2)
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho
  • 300g de arroz arbóreo
  • 2 taças de vinho branco
  • ervilhas
  • um pedaço de gorgonzola congelada
  • 100g de queijo parmesão ralado

64. Risoto com ervilha e gorgonzolaPrimeiro dissolva em uma panela com dois copos de água o caldo de galinha. Em outra panela, coloque duas colheres de azeite, a cebola, um pedaço de manteiga e o alho em fogo baixo. Cozinhe bem lentamente sem dourar (segundo o livro, o nome disso é soffrito – do lado tem uma foto das minhas cebolas “sofrendo”). Quando as cebolas estiverem bem molinhas, adicione o arroz.

64. Risoto com ervilhas e gorgonzolaDepois de um minuto (mexendo) o arroz começa a ficar transparente. Adicione o vinho nessa hora e continue mexendo até que o arroz absorva todo o vinho.

Quando ele absorver o vinho, você começa a colocar o caldo em conchas. Coloca uma concha de cada vez, sempre esperando que o arroz absorva tudo antes de colocar mais. Tempere com sal. Isso vai levar uma eternidade e vai parecer que é caldo demais, mas não é. Se o caldo acabar, ferva água e continue colocando. Um pouco antes de acabar o caldo colocamos as ervilhas.

64. Risoto com ervilhas e gorgonzolaQuando estiver pronto e você desligar o fogo, adicione mais algumas colheradas de manteiga e o queijo parmesão. Nessa hora nós colocamos também parte da gorgonzola, o resto ralamos por cima do prato. O bom de deixar a gorgonzola congelada é que fica bem mais fácil de ralar. Misture isso tudo e tampe a panela, deixando descansar por uns dois minutos.

Ou seja, comece cedo! Risotto é ótimo, mas dá uma trabalheira e demora uma eternidade. E não fique paranóico em mexer loucamente, não é massa de pizza, pra ficar batendo!

Invente outros sabores e mande pra cá!

63. Spaghetti Tetrazzini de frango

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Categoria : Light, Massas, Receitas

63. Spaghetti Tetrazzini

Essa é mais uma das receitas do livro do Jamie na Itália. Segundo ele, o spaghetti tetrazzini também pode ser feito com peru, mas a receita dele é de frango. Na verdade é um macarrão de forno com frango e cogumelos. Eu usei frangos já prontos, mas você pode fazer de qualquer jeito. Vamos à receita:

63. Spaghetti TetrazziniColoque o frango em cubinhos com azeite sal, pimenta-do-reino e alho em uma panela até dourar. Adicione os cogumelos e um copo de vinho branco. Abaixe o fogo até cozinhar o frango e o vinho estar pela metade.

Enquanto isso você cozinha o espaguete normalmente na água e sal. Adicione ao molho um pacote de creme de leite e aumente o fogo somente até ferver (senão talha o creme). Tempere com sal e pimenta e misture o macarrão. Adicione 150g de parmesão ralado e manjericão e mexa bem.

63. Spaghetti TetrazziniTransfira isso tudo para uma assadeira, polvilhe com queijo e asse no forno até ficar dourado!

Mais um macarrão para as suas noites de “não estou a fim de requentar comida”!

55. Mac and Cheese

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Categoria : Jamie, Massas, Receitas, Vegetarianas

55. Mac and Cheese

Não xinguem a cara feia do meu Mac ‘n Cheese! A receita é do Jamie e eu segui direitinho. Mac and Cheese é um prato tipicamente americano, nada saudável, geralmente nada bonito, mas muito gostoso. Eu já falei antes que as receitas italianas do Jamie não se parecem muito com as italianas originais. Pois bem: as americanas também não se parecem muito com as originais, mas já dão uma ideia a mais do que fazer naquele dia de “quero um macarrão diferente”. Essa é mais uma que eu tirei do site do Jamie.

55. Mac and CheeseO molho básico do Mac and Cheese se faz assim: em uma panela, misture 1 col. (sopa) de manteiga e 3 col. (sopa) de farinha de trigo. Quando virar uma mistura, adicione 2 dentes de alho cortados e deixe dourar. Coloque algumas folhas de manjericão e dois copos de leite aos poucos, mexendo até virar um molho. Depois deixe ferver.

Pré-aqueça o forno. Faça o macarrão na água salgada normalmente e, enquanto isso, pique dois tomates em quadrados grandes e tempere com sal e pimenta do reino. Misture o macarrão depois de pronto no molho com o tomate e bastante queijo ralado e cheddar (o nosso cheddar é diferente do dele, por isso fica com essa cor abóbora horrenda). Rale também um pouco de noz-moscada.

O molho tem que ficar um pouco líquido, já que ele vai no forno depois. Coloque na forma com azeite e queijo ralado e no forno até dourar por cima.