Babem, babem, babem! Esse foi o meu primeiro risotto e ficou ma-ra-vi-lho-so. Foi feito para o almoço do dia das mães e servimos com mais alguma coisa que não me lembro mais… uma carne, eu acho.
Acabei descobrindo que, apesar de demorar bastante, o risotto é facílimo de fazer, além de ser um curingão, já que você pode misturar com um monte de coisa. Essa receita partiu do risotto bianco do livro do Jamie na Itália, a receita básica, que nós complementamos com a ervilha e a gorgonzola. Eis os ingredientes:
- 1 ou 2 cubos de caldo de galinha (usamos 1 e 1/2)
- 1 cebola picada
- 1 dente de alho
- 300g de arroz arbóreo
- 2 taças de vinho branco
- ervilhas
- um pedaço de gorgonzola congelada
- 100g de queijo parmesão ralado
Primeiro dissolva em uma panela com dois copos de água o caldo de galinha. Em outra panela, coloque duas colheres de azeite, a cebola, um pedaço de manteiga e o alho em fogo baixo. Cozinhe bem lentamente sem dourar (segundo o livro, o nome disso é soffrito – do lado tem uma foto das minhas cebolas “sofrendo”). Quando as cebolas estiverem bem molinhas, adicione o arroz.
Depois de um minuto (mexendo) o arroz começa a ficar transparente. Adicione o vinho nessa hora e continue mexendo até que o arroz absorva todo o vinho.
Quando ele absorver o vinho, você começa a colocar o caldo em conchas. Coloca uma concha de cada vez, sempre esperando que o arroz absorva tudo antes de colocar mais. Tempere com sal. Isso vai levar uma eternidade e vai parecer que é caldo demais, mas não é. Se o caldo acabar, ferva água e continue colocando. Um pouco antes de acabar o caldo colocamos as ervilhas.
Quando estiver pronto e você desligar o fogo, adicione mais algumas colheradas de manteiga e o queijo parmesão. Nessa hora nós colocamos também parte da gorgonzola, o resto ralamos por cima do prato. O bom de deixar a gorgonzola congelada é que fica bem mais fácil de ralar. Misture isso tudo e tampe a panela, deixando descansar por uns dois minutos.
Ou seja, comece cedo! Risotto é ótimo, mas dá uma trabalheira e demora uma eternidade. E não fique paranóico em mexer loucamente, não é massa de pizza, pra ficar batendo!
Invente outros sabores e mande pra cá!






























Carol Jardim - Jornalista, fotógrafa, amante da boa comida e dos blogs. Até hoje foi uma negação na cozinha, mas espera aprender o livro "Revolução na Cozinha" inteiro em breve e picar cebolas com a mesma velocidade do Jamie Oliver.
